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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

My Angel



Quando me perdi
Você apareceu
Fazendo-me rir
Do que aconteceu
E de medo olhei
Vi tudo ao meu redor
Só assim reconheci
Que agora eu estou melhor

Você é a escada da minha subida
Você é o amor da minha vida
É o meu abrir de olhos do amanhecer
Verdade que me leva a viver
Você é a espera na janela
A ave que vem de longe tão bela
A esperança que arde em calor
Você é a tradução do que é o amor

E a dor saiu...
Foi você quem me curou
Quando o mal partiu
Vi que algo em mim mudou
No momento em que eu quis
Ficar junto de ti
E agora sou feliz
Pois te tenho bem aqui

Você é a escada da minha subida
Você é o amor da minha vida
É o meu abrir de olhos do amanhecer
Verdade que me leva a viver
Você é a espera na janela
A ave que vem de longe tão bela
A esperança que arde em calor
Você é a tradução do que é o amor

Adapt. Cogumelo Plutão

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Love... is it?

All these nights gone looking for what? not a new life, i really love this one. new love? yes, love. but where is love?
I want love. i want to love you, heck i want to fall in love with you. you don't have to love me back. but i want to have a reason to smile that nobody knows about. i want to feel young and beautiful and i want you to think i am beautiful and special and absolutely wonderful.

I want to be your heart's desire. and i want to be your dream. you can be mine, too. in fact, i insist on it. let's sit outside together on warm nights and look at the stars and drink wine. maybe we could kiss. make out. long beautiful wish they could lead to more type kisses. but let's never let it get any farther than kisses.

Because if we do, then, for some reason...the magic is gone.

But maybe, if you are my heart's true love.. it would be only the beginning of the magic.

Do you see how confusing this all is? and i am 30 years old. time is going by so quickly i don't even realize how old i am sometimes.

Where are you? I really can't wait any longer.


Only if i knew the way...

scarletbegonias

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Fácil de entender


Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer,
Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei, o que é sentir,
se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer

Obrigado por saberes cuidar de mim,
Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou,
e se ao menos tudo fosse igual a ti

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

É o amor, que chega ao fim, um final assim,
assim é mais fácil de entender

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se fala-se era fácil de entender

The Gift

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Elogio ao Amor


Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
“O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

Miguel Esteves Cardoso in "Expresso"



sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Cachimbo da Paz (Já era sem tempo)


Eu amei
E amei ai de mim muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
A razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor
É a coisa mais triste
Quando se desfaz
O amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz


Vinícius de Moraes

Por todo o amor de ontem...
Por tudo vivido e sentido...
Pelo maravilhoso fruto por nós gerado...
Que a amizade nos una para sempre.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Why...?


If I would tell you
How much you mean to me
I think you wouldn't understand it
so I wait, I wait
Until this day comes
When you will understand me
But I can't help myself
I can't stop myself
I am going crazy
I love you
I want you
I wanna talk to you
I wanna be with you

I cannot change it
I'm sure not making it
One big hell of a fuss
I cannot turn my back
I've got to face the fact
Life without you is hazy
Kiss me thrill me don't say goodbye
Hold me love me don't say goodbye
Don't say goodbye...

domingo, 26 de agosto de 2007

Adeus


Adeus...
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega

para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquina
sem esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias:
os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,

porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos

eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo:
meu amor,

já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza

de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome

no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse:
as palavras estão gastas.
Adeus.

Eugénio de Andrade(1923/2005)

Is There Anybody Out There






Hoje acordei com uma estranha sensação...
Sensação esta… que me é estranha.
Ou não será?
Sinto-me vazio e perdido, num estranho mundo de afectos e sentimentos…
Desde o momento que em que acordei, tenho comigo uma música que não me sai do pensamento.
Coloquei-a aqui, para poder partilha-la convosco…

Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody... out... there...

sábado, 25 de agosto de 2007

Feeling of the day 01

Day after day, love turns grey...
Like the skin of a dying man.
Night after night,
we pretend its all right...
But... I have grown older... and
You have grown colder... and
Nothing is very much fun... any more.
And I can feel one of my turns coming on.
I feel cold as a razor blade,
Tight as a tourniquet,
Dry as a funeral drum.

Its the best words to express my feelings, Cold... Tight... and Dry!

domingo, 19 de agosto de 2007

Always and always


Algo que devería de ter sido dito há alguns anos atrás...



Maybe I didn't love you

Quite as often as I could have

Maybe I didn't treat you

Quite as good as I should have

If I made you feel second best

Girl I'm sorry I was blind



You were always on my mind

You were always on my mind



Maybe I didn't hold you

All those lonely, lonely times

And I guess I never told you

I'm so happy that you're mine

Little things I should have said and done

I just never took the time



You were always on my mind

You were always on my mind



Tell me, tell me that your

Sweet love hasn't died

And give me

Give me one more chance

To keep you satisfied

Little things I should have

Said and done

I just never took the time



You were always on my mind

You were always on my mind

You were always on my mind....

"Brenda Lee"

O ensurdecedor silêncio da nossa despedida

Foi em silêncio a partilha deste momento…
do ultimo beijo…onde os nossos lábios se voltaram a tocar, para nunca mais se voltarem a encontrar…
do longo e apertado abraço…onde nove anos de vida partilhada acabara…
do quente das lágrimas… que... os nossos olhos e faces inundara…
e foi assim… em silêncio… que tudo terminara.
Estarás sempre no meu coração...

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Parabéns Gui


Fez hoje, exactamente 2 anos, que pelas 17h.40m me foi concedido o mais belo e enternecedor dos momentos que já mais senti…. Dia no qual todas as emoções e sentimentos se misturaram de forma frenética e confusa.
Ainda mantenho em mim… a imagem do seu primeiro olhar… para o homem… que um dia, iria chamar de Pai. O cheiro que senti…e os momentos que vivi…
O seu primeiro banho… O seu primeiro biberão… O seu primeiro sorriso...E todos os primeiros momentos que nos foram concedidos...
Passado 2 anos… Tenho a certeza que nada no mundo poderá, alguma vez, comparar à deslumbrante experiência de ser Pai…
Os seus sorrisos enchem-me os meus dias, os seus abraços enchem-me o coração, aquelas festinhas que me dá… não tenho palavras para descrever o que significam para mim…
Só posso dizer que me tornaram no homem mais feliz do Mundo.
Obrigado meu filho e obrigado Nela…

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Vazio


28-07-2007 O dia em que me roubaram a mais linda das ilusões...
Depois... só a desilusão ficou!


domingo, 5 de agosto de 2007

Já não sei quem sou...


Tudo está longe de ser o que já fui
De sentir o que já senti
De acreditar em tudo o que já acreditei
Tudo poderia ser os restos de sentimentos
Ou a minha maneira subtil de me amar
Ou simplesmente a incompreensão dos meus actos
Conta-me a história que eu não conheço
Conta-me tudo o que eu não ouvi
Fala-me de tudo
Menos dos dias negros que vivemos, aqueles medos que tu sentistes, aqueles passos que não dei
Mas conta-me por onde andaste
O que descobriste
O que procuraste
Conta-me tudo... Mas tudo o que encontraste.
Dizem que viste monstros
É verdade?
Conta-me tudo como sendo eu um deles
Revela-me o que neles me viste
Diz-me tudo
Apaga o teu sofrimento das memórias
Diz-me tudo como se tivesse sido eu o culpado
Sintetiza os meus pecados e diz-me o mal que te fiz
Anda mata-me
Explora em ti a raiva sobre mim
Mata o monstro por quem me tomaste
Mata-me para que possa deixar de sentir a dor que sinto…